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Online
Resisti por um tempo mas a curiosidade ganhou. Bora desvendar qual a graça e o hype do Twitter.
Escrito por Marcio às 11:30 AM
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Soletrando
Dia desses estava em Bondi voltando da praia e resolvi tomar um café em uma livraria-sebo cool, cheia de coisinhas interessantes. Entrei de olho em um capuccino e nessas acabei perdendo (investindo!) uma hora e meia xeretando prateleiras, pesquisando e folheando achados. Ao sair, a minha sacola incluía três novidades:
- Dharma Bums: não é dos mais bem recebidos livros do Kerouac, mas é um Kerouac. Então como não achei Visions of Cody (que até hoje não tem tradução para o português), resolvi arriscar.
- Pirate’s Dillema: li umas resenhas na net e me interessei. Qual o impacto da cultura jovem (blogs, remix, gadgets, hip-hop, mainstream, underground) no capitalismo? Maiores detalhes depois.
- Like an Icon: outra biografia da Madonna. Tá aí, esses dias disse para uma amiga que não coleciono nada “exceto histórias-na-memória-ao-caminhar-para-casa-com-o-dia-clareando”. Mas não é verdade completa. Coleciono biografias da Madonna. Mais até do que álbuns, já que CD é coisa datada e Hard Candy é uma porcaria mesmo.
Escrito por Marcio às 04:49 PM
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Uma tarde na China
Durante algum tempo esteve espalhada por muitos backlights cidade afora uma peça simples (e linda) anunciando a exposição The Lost Buddhas, que rolou até o começo desse mês na Art Gallery of NSW. Na imagem, um Buda milenar de pedra sorria ao convidar quem passava para mergulhar na arte da China de outros tempos. Fisgou a minha atenção, tendo o convite aceito em um dos últimos dias de sua estadia na cidade.
Budisticamente simples, a mostra era pequena, distribuída em uma área toda pintada de preto bem no centro da galeria dedicada a arte asiática, que por sua vez fica dentro de um dos muitos setores de um prédio incrível (por si só merecedor da visita). Cronologicamente espalhados na camara escura, os Budas não sofriam a interferência de cores nem de flashes, proibidos. Proibição que eu burlei, num misto de cara de pau e discrição.

(Lost and forbidden)
Um ícone, representações diversas. Das estátuas maciças, economicas até nos traços do rosto às ornamentadas, coloridas, remetendo dinastias e períodos diferentes. Achei interessante notar esculturas longilíneas, leves. Lembrariam alguns bustos gregos não fossem os olhos rasgados, os ornamentos da cabeça e a posição das mãos em mudra. Muitas delas tinham aos pés bases em forma de flor de lótus, detalhe que parece ter sido constante nas esculturas da época e que eu desconhecia.
Para sair inspirado, com a mente em algum ponto entre China, Laos, Vietnam, Tibet (que para mim ainda é um país sim!). Mais vontade de trips pela Asia.
Link e imagens da exposição aqui.
Escrito por Marcio às 03:57 PM
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The Killers - Human (reload)
Em 2005 Mr. Stuart Price complementava o som maneiro do Killers com remixes arrasa quarteirão. Hoje ele salva uma faixa ruim da absoluta irrelevância.
Assim sendo, damos sequência ao assunto de uns posts atrás e mostramos aqui como pegar uma porcaria retrô-cafona e transformá-la em um synthpop (também retrô) bom. Nenhuma obra prima, mas uma faixa ok. Considerando-se o material de base, "é o que tem para hoje".
PS: Versões mais viajantes by Ferry Corsten e Armin Van Buuren também está na rede.
Update: Stuart-Jacques-Lu-Cont-Price também voltou a trabalhar com a Madonna e fez um remix legalzinho para Miles Away.
Escrito por Marcio às 04:21 PM
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Um cartão em 09/11

Escrito por Marcio às 07:18 AM
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Cafonice
Em maiores ou menores doses ela gosta de dar as caras nos momentos de boa carga sentimental. Pelo menos na minha memória, surgem pouquíssimas cenas dramáticas chiques.
Às vezes vem com tudo. Faz a Maria do Bairro e traz ares de novela mexicana, ofusca qualquer virtuosismo da situação. Em outros dias, porém, marca presença dando uma pincelada mais forte de cor, sem soterrar a sinceridade do momento. Sem maiores danos.
Cafonice: hoje, presente.
Ao ler as palavras da filha do Martin Luther King sobre a vitória do Obama, me (re)admirei com o peso simbólico de um democrata negro governar a América. Há quarenta anos um sonho, poucas semanas atrás uma possibilidade, agora um fato.
Mais que o discurso do novo presidente, as palavras dessa mulher me fizeram sorrir. Cafonamente, gastei uns minutos pensando que a humanidade evolui e desejei que os próximos quatro anos façam jus a esse instante.
Ponderções
Não sei se essa data será lembrada de forma tão marcante quanto escreveu o Sérgio Dávila no seu blog. Lá, ele arrisca um futuro “onde você estava quando...” tão fácil de responder quanto o que ocorre quando se fala dos atentados de 11 de setembro.
Pode ser (especialmente para os eleitores norte-americanos).
Para assegurar a minha parte, relembro agora dos detalhes. Estava com a amiga soteropolitana fazendo pesquisas em uma agência de viagens dentro do Queen Victoria Building quando o atendente virou-se para a funcionária ao lado e falou: Obama is the president. Alegria geral.
Escrito por Marcio às 11:06 AM
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Deu no New York Times...
… e no blog da Ilustrada.
Nick Hornby, o autor pop de livros cheios de referências musicais, cujos textos de tempos em tempos tornam-se filmes divertidos (vide Alta Fidelidade), colocou o remix de I’m Not Gonna Teach Your Boyfriend How To Dance With You feito pelos cariocas do The Twelves no seu top list de 2008.
Sucesso merecido. É verdade que já enjoei um pouco da faixa citada, mas por outro lado ando adorando as produções originais do duo, descobertas depois da entrevista publicada no Rraurl. Som que vai do electro ao pop estiloso em um segundo, mantendo quase sempre uma vibe alegre e desencanada. Dá para ter uma idéia aqui.
Trilha
The Twelves . When You Talk
Escrito por Marcio às 11:27 AM
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Reflexões, futilidades e pretensões permeadas por praia, asfalto, drinks e tempero agridoce.
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